Em grandes empresas, afastamentos costumam ser absorvidos por equipes e processos estruturados. Já em pequenos negócios, a ausência do dono pode significar portas fechadas, atrasos em entregas e perda de clientes. A saúde do empreendedor está diretamente ligada à continuidade da empresa.

Muitos pequenos empresários só percebem esse risco quando algo acontece. Uma internação, uma cirurgia ou até um problema emocional grave pode interromper a operação de forma abrupta. O impacto financeiro costuma ser imediato.

Além da perda de faturamento, existe o efeito reputacional. Clientes que não são atendidos podem procurar concorrentes. Reconquistar essa confiança depois é difícil.

A prevenção reduz esse risco. Consultas regulares, atenção a sinais de alerta e cuidado com a saúde mental ajudam a evitar afastamentos longos. Mesmo quando problemas surgem, o diagnóstico precoce facilita tratamentos menos invasivos.

Planejar saúde é parte do planejamento do negócio. Assim como se pensa em fluxo de caixa, fornecedores e estoque, é preciso pensar em como manter o empreendedor saudável e funcional.

Empresários que encaram saúde como ativo estratégico constroem negócios mais resilientes.

Lee Cerasani